São 24 anos vividos no amor e na busca de viver e experimentar o franciscanismo em Fraternidade. Que o senhor nos dê a PERSEVERANÇA e nos envie muitas outras vocações para continuarmos trabalhando em prol do seu reino de amor.
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sexta-feira, 9 de agosto de 2013
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Ordem Franciscana Secular do Brasil Resolução CN nº 001\201
Sobre a não Prestação de Contas dos Conselheiros, e outros, da OFS do Brasil em todos os níveis.
Em conformidade com item 2, alíneas K 1, e M, do Artigo 66, além dos itens 3, 4 e 6 do artigo 84 das Constituições Gerais e § 4º do artigo 18 do Estatuto Nacional da Ordem Franciscana Secular:
Considerando a necessidade de regulamentar as questões relacionadas a não prestação de contas por membros dos conselhos, em todos os níveis;
Considerando a necessidade se uniformizar as decisões relacionadas a essa problemática no âmbito da OFS do Brasil;
Considerando a atual realidade vivida pelas fraternidades Locais e Regionais em face das normas do código civil;
Considerando que a falta de prestação de contas são recorrentes e tem chegado ao conhecimento do Conselho Nacional;
Considerando que nossos documentos são genéricos em se tratando da prestação de contas;
Considerando que somos uma Ordem Religiosa de leigos, que tem São Francisco como grande exemplo de humildade e dignidade, temos que dá exemplo de vida em nossas ações, sendo transparentes e zelosos com o princípio da retidão em toda e qualquer atividade;
Considerando que em nossa vida em fraternidade devemos cuidar com zelo daquilo que nos fora confiado, em nome dos irmãos;
O Conselho Nacional da OFS do Brasil resolve:
Art. 1º - É de responsabilidade do Ministro e Tesoureiro, em seus respectivos níveis, a prestação de contas, na forma mais aproximada possível, do que determina a legislação brasileira.
Parágrafo Único: A prestação de contas deve ser apresentada nos Capítulos Eletivos e Avaliativos, sempre acompanhada do parecer do Conselho Fiscal, que deve ser submetido aos capitulares.
Art. 2º - A prestação de contas deverá ser apresentada com as devidas comprovações das despesas e receitas.
Art. 3º - O Ministro e Tesoureiro que deixarem de cumprir a tarefa de fazer a prestação de contas ou apresentar com irregularidades não sanáveis, e se esta ainda não for aprovada pelos capitulares, ficarão suspensos dos direitos de votar e serem votados para qualquer função nos conselhos da OFS de qualquer nível, ou mesmo assumir qualquer atividade de assessoria no âmbito da OFS.
§ 1º - A aplicação da sanção será para o Ministro e o tesoureiro, podendo ser diferenciada para cada um de acordo com o grau da culpabilidade.
§ 2º - Caso a infração seja de grande proporção o Conselho do nível que ocorreu a infração poderá abrir processo de desligamento definitivo da fraternidade, cabendo recurso para o Conselho de nível imediatamente superior.
§ 3º - A suspensão de que trata o capt do Artigo 3º, desta Resolução, deverá ser de 6 (seis) anos, podendo ser ampliado de acordo com a gravidade.
Art. 4º - As sanções de que trata o artigo anterior e seus parágrafos deverão ser aplicadas pelo Conselho do qual ocorreu o fato, caso havendo negligência, o Conselho de nível imediatamente superior ao tomar conhecimento, deve averiguar e, se comprovada à negligência, pode aplicar sanções aos membros deste Conselho, desde advertência, a determinação da perda, por determinado período, do poder de voto nos capítulos, bem como o direito de ser eleito em qualquer nível.
Art. 5º - As sanções de que trata esta resolução também podem ser aplicadas para membros que tiverem a responsabilidade com projetos e/ou ações que tenham relação econômico\financeiro e devam fazer a devida prestação de contas.
Art. 6º - Esta resolução entra em vigor a partir de sua aprovação pelo Conselho Nacional da OFS, assinada pelo Ministro e publica na Revista Paz e Bem!
Art. 7º Revoga-se as disposições em contrário, cumpra-se.
Rio de janeiro, RJ, 10 de março de 2013
Antônio Benedito de Jesus da Silva Bitencourt
Ministro Nacional
Capitulo Eletivo da nossa Fraternidade Franciscana com novo conselho - Maceió 10/05/2013
Novo Conselho da Fraternidade Franciscana de Nossa Senhora do Bom Parto da OFS - Maceió, 10 de maio de 2013
Ministro: José Flávio Martins da Silva
Vice-Ministra: Adalgiza Fernandes Viana
Mestre de Formação: Marcelo Alves Pinto
Secretária: Maria dos Prazeres Oliveira
Tesoureira: Maria Helena de Gusmão
Assistente Espiritual: Irmã Amélia Corsina (Religiosa da Congregação das Irmãs Franciscana da Providência de Deus)
CODJUPIC: Marcelo Alves Pinto.
SEI: Maria da Consolação (Branca)
Comunicação: Reginaldo Viana.
segunda-feira, 1 de abril de 2013
A Experiência Pascal na ótica da juventude franciscana
◊ Ipojuca/PE e Uberlândia/MG (RV) – A Juventude Franciscana, JUFRA, publicou a sua mensagem para a Solenidade da Páscoa de Nosso Senhor Jesus Cristo.
“É com a força do Cristo Crucificado e Ressuscitado que queremos saudar a toda a Juventude Franciscana do Brasil, desejosos de que esta nossa saudação chegue a cada jufrista que dela faz parte.
Através desta mensagem, aliás, a primeira nossa, queremos aqui manifestar o desejo de estar em comunhão com vocês para juntos refletirmos sobre a Experiência Pascal. E, para isso, não podemos deixar de ver com um olhar de contemplação e louvor este momento tão propício do Ano Litúrgico, aliás, essencial em nossa caminhada, para que possamos com profundidade renovar a nossa fé no Deus da Vida e no Mistério da Salvação.
“Ressuscitou!” (Lc 24,6). Esta é, meus queridos irmãos e irmãs, a experiência dos que comeram e beberam com Ele depois da sua ressurreição (Atos 10,41), e de todos os que se sentem renascidos “para a esperança viva, para a herança incorruptível” (1Pe 1,3-4).
“Ressuscitou!” Este é o fundamento da nossa fé, a razão da nossa esperança e o motivo da nossa caridade: “Se Cristo não ressuscitou, vazia é a nossa pregação, vazia também é a vossa fé” (1Cor 15,14). Sem esta experiência, a cruz de Jesus e as nossas seriam uma tragédia e a vida cristã um absurdo. A partir dela, ao contrário, podemos cantar com a liturgia: “Salve, ó cruz, nossa única esperança!”. Eis aqui o núcleo central da nossa fé!
Celebrar a Páscoa de Cristo é celebrar a nossa Páscoa e a nossa fé. E celebrar a nossa fé, por sua vez, é sempre um novo convite a renovarmos a nossa identidade cristã. Conversando com diversos irmãos/ãs de todas as partes deste nosso imenso Brasil, temos sempre percebido uma preocupação por vezes bem comum: a de não perdermos de vista a nossa vocação cristã, com tudo aquilo que ela implica – discipulado, missão, testemunho, serviço – e, por conseguinte, a nossa própria missão enquanto JUFRA. Nos últimos anos temos sempre e de novo levantado questionamentos acerca de como deve ser a nossa presença e missão na Igreja, na sociedade e no mundo, já que nos propomos a abraçar e a viver o carisma franciscano, como jufristas, considerando tudo aquilo que é próprio da nossa juventude e de nossa realidade humana.
Em vista disso, gostaríamos de refletir junto a cada jufrista: Como podemos avaliar o velho e o novo, em nossa caminhada de Igreja e de fraternidade? Como entender o que foi feito e o que já não mais fazemos? Como considerar a caminhada de cada uma de nossas Fraternidades de JUFRA, desde o seu surgimento, e ao mesmo tempo se lançar para dar novos passos (necessários e urgentes), em busca de construir novos caminhos e ousar novas formas de ser presença?
Creio que a volta constante à ‘experiência fundante’ da JUFRA tem de ser o critério para julgar o velho e o novo: o que nos vem dos inícios do Movimento e se constituiu a nossa identidade, e o que tem de ser recriado e superado para que a JUFRA seja verdadeiramente um sinal de vida e de transformação, e se torne significativa para os outros.
Chamamos a atenção de vocês para observarem que a experiência de Deus que nós fazemos na JUFRA é uma experiência franciscana que se insere numa experiência maior e mais abrangente: A EXPERIÊNCIA CRISTÃ. Foi essa a experiência que Francisco de Assis fez: uma experiência cristã; e a fez tão profundamente e tão radicalmente, que não teve como deixar de amar a sua Igreja e todos os que fazem parte dela, apesar de todas as contradições da sua época, justamente porque acreditava que podia fazer diferente, que podia fazer ‘evangelicamente’, estando inserido nela, se posicionando dentro e a partir dela!
É essa a experiência que deve conduzir o nosso processo constante de retorno ao nosso ideal, à nossa ‘experiência fundante’!
Temos realmente se lançado nessa experiência? A nossa vida tem sido um testemunho autêntico da pessoa de Jesus Cristo e da experiência que fazemos dele na nossa vida? O que ainda nos falta para vivermos essa experiência com maior radicalidade e ousadia?
Seja a celebração da Solenidade Pascal uma ocasião propícia para retomarmos todos estes questionamentos em nossa vida, à luz do próprio Crucificado-Ressuscitado que se encarnou de tal modo na história humana que fez do Projeto de Salvação do Pai o seu Projeto de Vida. Seja o Projeto de Vida de Jesus o nosso! Sejam sua Encarnação e doação fonte de inspiração para nossa caminhada, para retomarmos nosso compromisso de vivermos também nós, de maneira encarnada, a serviço dos Crucificados de hoje!
Que nesta Páscoa, à luz dessa experiência do Cristo que venceu a morte para nos dar a vida, antes de celebrarmos a vitória de Cristo sobre a morte, possamos nos unir a tantos irmãos que carregam a sua cruz e sofrem as dores da injustiça e da exclusão que o sistema capitalista lhes impõe, sistema este que muitas vezes o legitimamos, por nossa omissão e nossa falta de uma maior consciência crítica sobre a realidade que nos cerca, sobre a sociedade em que vivemos!
Que à luz do Acontecimento Pascal, a Juventude Franciscana renove e fortaleça, e faça nascer onde ainda não é visível, a sua missão de ser um sinal de transformação, capaz de realizar na sociedade a Páscoa: a Passagem, dos sinais de morte – individualismo, desigualdade, injustiça... – para os sinais de vida – fraternidade, solidariedade, justiça, paz...
Que o Senhor Jesus Cristo, que confiou a nós a Sua missão libertadora e salvadora, nos abençoe, nesta Páscoa e sempre, nos concedendo a graça de, por mais um Ano Pascal, abraçarmos, como fraternidade, esta Sua Missão”.
Feliz e abençoada Páscoa! Que o Senhor vos dê a Paz!
Fraternalmente,
Frei Wellington Buarque de Souza, OFM
Assistente Espiritual Nacional para a JUFRA do Brasil
Mayara Ingrid Sousa Lima
Secretária Fraterna Nacional da JUFRA do Brasil
Fonte: Rádio Vaticano.
domingo, 31 de março de 2013
Regional FFB - Alagoas
Congregação das Irmãs Missionárias Franciscanas de Santo Antônio
A Família Franciscana do Brasil – Alagoas, em clima celebrativo unida à Congregação das Irmãs Missionárias Franciscanas de Santo Antônio, louva a Deus por intercessão do Seráfico pai São Francisco, pela passagem do centenário da Congregação, fundada em 17 de fevereiro de 1913 – Boerdonk/Holanda, ao mesmo tempo em que agradece o relevante trabalho e disponibilidade das irmãs em servir a FFB-Alagoas.
Que o Senhor as abençoe e volte sempre o seu olhar copioso sobre cada uma das irmãs.
Fraternalmente,
Coordenação da FFB-AL.
ASSINATURA DA REVISTA FRANCISCANA – 2013
INFORMAÇÕES IMPORTANTES
* Antes de se cadastrar é de suma importância que tenha efetuado os passos a seguir :
1º Efetuar o depósito em nome da Família Franciscana do Brasil
Banco do Brasil
Ag.: 1003-0
Conta corrente: 200.143-8
No valor de R$ 50,00
2º Scanear o comprovante de depósito
Lembrete
Em caso de urgência, entre em contato com Ir. Aparecida de Góis, pelo telefone (61) 3349.0157
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